PENSAR COMO STEPHEN HAWKING
2.300,00 MT
SINOPSE
Como poderá você inspirar-se no cientista mais célebre da actualidade? Stephen Hawking é um dos mais consagrados cientistas de sempre. O trabalho notável que tem desenvolvido ao longo dos anos na área da cosmologia contribuiu para uma melhor compreensão sobre o funcionamento dos buracos negros, tendo as suas teorias mudado a forma como vemos o Universo. Muitas das suas teses têm desafiado o mundo científico e, sobretudo, posto em causa a própria noção do tempo e a existência de um deus. Hawking tornou-se famoso pelo seu trabalho, mas a sua celebridade deve-se também à batalha que tem travado contra a esclerose lateral amiotrófica, uma doença degenerativa e incurável que o confinou a uma cadeira de rodas a maior parte da sua vida. Descubra como uma mente extraordinária encarcerada num corpo frágil enfrentou todas as adversidades, mostrando-nos como tudo é realmente possível.
Out of stock
Pedro Aniceto Daniel Smith
9789898855114
ISBN | 9789898855114 |
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Categoria: | Biografias |
Weight | 349 g |
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Autor | |
Editora | Vogais |
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AMÁLIA NAS SUAS PALAVRAS
SINOPSEEm 1973, a Editora Arcádia encarregou o escritor Manuel da Fonseca de escrever uma biografia de Amália Rodrigues. A ideia parecia genial – pôr um escritor famoso e conhecido pela sua militância comunista a traçar o perfil daquela que era então considerada o ícone do Fado e um dos «pilares» da propaganda do Regime. Essa biografia nunca foi escrita, mas ficaram gravadas longas horas de conversa entre os dois, quer na casa da Rua de São Bento, quer na herdade que Amália tinha no Brejão. Entretanto, a Arcádia acabou e as gravações ficaram esquecidas. Até hoje…
Neste que será certamente o mais importante livro publicado no Centenário de Amália, essa conversa – até hoje inédita – é finalmente revelada, permitindo-nos acompanhar a vida de Amália, nas suas próprias palavras, desde a pobreza em que nasceu e cresceu até ao auge da sua carreira artística.
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PENSAR COMO CHURCHILL Biografia inspiradora de um dos maiores estadistas e estrategas do Século XX
Churchill foi um líder carismático e inspirador, o melhor orador do seu tempo e uma das figuras mais marcantes do século XX. Recebeu em 1953 o Prémio Nobel da Literatura.
O que poderemos aprender com a vida deste grande estadista? Winston Churchill é uma das grandes figuras da história moderna. Foi um político conservador e estadista britânico, famoso principalmente pela sua atuação como primeiro-ministro do Reino Unido durante a Segunda Guerra Mundial e por assumir o compromisso de nunca se render. Conduziu o seu país de um dos seus momentos mais difíceis — isolado e a enfrentar uma possível invasão alemã — aos seus tempos áureos, conseguindo proporcionar ao mundo o tempo e o espaço necessários para poder finalmente derrotar os exércitos de Hitler. Pensar como Churchill convida-nos a explorar as capacidades únicas que Churchill possuía para lidar com os mais profundos desafios políticos do seu tempo. Podemos aprender a pensar como o homem que ganhou a reputação de ter sido o maior britânico de todos os tempos, descodificando a personalidade e os pontos de vista de Churchill, de forma a revelar como podemos aplicar os seus métodos e pô-los em prática em todas as áreas das nossas vidas.
DEIXE-SE INSPIRAR POR ESTE LÍDER CARISMÁTICO E SIGA OS PASSOS DE UM DOS MAIORES ESTADISTAS E ESTRATEGAS DO SÉCULO XX. -
TODA UMA VIDA
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Artur, Médico septuagenário, sofre um repentino ataque de coração quando estava a cuidar do jardim da sua casa. No serviço de urgência do Hospital, o mesmo Hospital onde exercera medicina durante mais de quarenta anos, é confrontado com as incertezas quanto ao desfecho do grave episódio de saúde.
No período de 48 horas de internamento vai fazendo uma retrospetiva mental da sua vida, uma espécie de backup da memória, que o faz recuar e reviver os acontecimentos mais marcantes da sua existência, num Portugal cheio de mudanças políticas e sociais, retrocedendo até à infância na sua terra natal localizada no centro do país.
Sempre com a incógnita quanto ao desfecho do acidente cardíaco a pairar no seu consciente, são colocadas à prova a sua resistência física e mental. Empolgante romance sobre a história da vida de um Médico relatada na primeira pessoa. A obra tem o prefácio do poeta José Fanha.
Esta obra conta a história de um Médico, na qual se espelham e caracterizam extractos da vida social de Portugal, antes e depois da revolução de Abril de 1974. É um relato livre de acontecimentos reais, não tendo, qualquer semelhança com vivências e/ou dados autobiográficos do autor.
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MARCELO Presidente todos os dias
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Poucos políticos portugueses alcançaram a popularidade de Marcelo Rebelo de Sousa.
Com ele, a Presidência da República foi para a rua ao encontro do povo, quebrando formalismos e protocolos.
Este Presidente é a prova de como os afectos contam em política e de como podem ajudar a travar outros populismos, ainda que corra o risco de ser acusado de banalizar a função. Sem deixar de ser um homem de consensos, Marcelo também não deixou de pressionar o Governo e de condicionar a oposição, nem de marcar pontos na política internacional. Seguindo Marcelo Rebelo de Sousa no terreno, consultando centenas de trabalhos que relatam o seu percurso e falando com muitos dos que o acompanham, este livro é o retrato vivo de um Presidente da República singular, que já marcou a forma como se faz política em Portugal. -
SOU UM CRIME Nascer e crescer no apartheid
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Uma história de violência, racismo, humor e superação durante o apartheid
Actualmente, Trevor Noah apresenta o icónico programa televisivo The Daily Show e é um dos mais reconhecidos humoristas do mundo. Mas no dia em que nasceu era um crime — fruto da relação ilícita entre uma negra e um branco durante o apartheid. Impulsionado pela mãe — rebelde, teimosa, exigente e a grande homenageada do livro — e através de um prodigioso sentido de humor, Trevor Noah conseguiu quebrar o ciclo de pobreza e discriminação a que estava condenado, e chegar ao lugar onde o vemos hoje. É essa a história que conta em Sou Um Crime, a par com a história da África do Sul e uma abrangente história do racismo.
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MEMÓRIAS EM TEMPO DE AMNÉSIA Volume I Uma campa em África
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Estas Memórias em Tempo de Amnésia são publicadas em dois volumes. O livro trata sobretudo do que era proibido lembrar, do que era subversivo memorizar. Os crimes deviam ser esquecidos para todo o sempre. Podia-se ser preso e torturado por ter visto o crime que nenhum registo podia guardar e ficava, apesar de todo o esforço dos fazedores de silêncio, na memória dos homens. Nos contadores de histórias, nos que pela tradição oral preservam as lembranças dos seus antepassados.
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Uma campa em África, o primeiro volume, aborda os caminhos que me levaram, ainda menino, para África. Aí vivi entre 1953 e 1967, primeiro em Moçambique, depois na África do Sul. Pretende ser um testemunho da viagem às trevas que era viver em África no tempo em que o racismo era política de Estado, quer fosse na mentira luso tropical ou no horror do apartheid. É um testemunho em nome do dever de memória, contra a política do esquecimento e o revisionismo histórico sobre o crime contra a humanidade que foi o colonialismo. Da Beira da minha infância, da cidade branca, resta uma campa; aí jaz a minha avó Amélia Claro, que eu tanto amara no Douro.
O segundo volume, Utopias Revolucionárias, abordará os anos de exílio e a revolução cultural de Maio de 68, ponto de encontro da contracultura americana e do marxismo europeu, da desconstrução do sistema patriarcal e da luta pela igualdade. É a conclusão da minha crónica dos longos anos 60, que terminaram com o 25 de Abril de 1974 em Portugal.
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QUINTA-FEIRA E OUTROS DIAS
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Tendo mantido até agora reservada parte importante da minha acção como Presidente da República, convicto de que essa era a melhor forma de defender o superior interesse nacional – e nunca tendo ocorrido fugas de informação para a comunicação social sobre o que se passou nos meus encontros com o Primeiro-Ministro e outros membros do Governo -, entendo que é altura de completar a prestação de contas aos Portugueses dando público testemunho de componentes relevantes da minha magistratura que são, em larga medida, desconhecidos dos cidadãos.