SOU UM CRIME Nascer e crescer no apartheid
2.800,00 MT
SINOPSE
Uma história de violência, racismo, humor e superação durante o apartheid
Actualmente, Trevor Noah apresenta o icónico programa televisivo The Daily Show e é um dos mais reconhecidos humoristas do mundo. Mas no dia em que nasceu era um crime — fruto da relação ilícita entre uma negra e um branco durante o apartheid. Impulsionado pela mãe — rebelde, teimosa, exigente e a grande homenageada do livro — e através de um prodigioso sentido de humor, Trevor Noah conseguiu quebrar o ciclo de pobreza e discriminação a que estava condenado, e chegar ao lugar onde o vemos hoje. É essa a história que conta em Sou Um Crime, a par com a história da África do Sul e uma abrangente história do racismo.
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Trevor Noah
ISBN | 9789896715175 |
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Categoria: | Biografias |
Weight | 378 g |
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Autor | |
Editora | Tita da China |
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DA UDENAMO À FRELIMO e à diplomacia moçambicana
O rigor histórico dos factos narrados sobre as várias etapas da luta desde as tarefas organizativas em Dar-es-Salaam, passando pelos centros educacionais e de treino militar na Tanzânia, com particular realce para Kongwa e Nachingwea, as acções de abastecimento e infiltração de armamento e outros meios de luta, a mobilização da população para o seu engajamento na educação e na produção, bem como o combate directo do inimigo, constituem um conjunto fascinante duma memória colectiva que consubstancia o papel dos combatentes pela liberdade, justiça e desenvolvimento de Moçambique.
Os depoimentos que se juntam no livro são testemunho da partilha de um processo de luta, amizade e camaradagem cultivados ao longo dos vários anos de combate libertador. A luta de libertação de Moçambique fez-se em varias frentes politica, militar e diplomática. Lopes Tembe, através da sua trajectória, faz-nos recordar essa experiência multifacetada, em que a solidariedade regional e internacional teve um papel inolvidável.
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ELON MUSK
SINOPSE
Do autor de Steve Jobs e outras biografias de sucesso, chega-nos a história surpreendentemente íntima de um dos inovadores mais controversos e fascinantes da atualidade, um visionário avesso a regras que levou o mundo para a era dos carros elétricos, da exploração espacial de iniciativa privada e da inteligência artificial. Ah, e comprou o Twitter.
Durante a sua infância, na África do Sul, Elon Musk foi vítima de bullying. Um dia, foi empurrado de umas escadas de cimento abaixo e pontapeado no rosto até este ficar uma massa ensanguentada e inchada. Ficou internado durante uma semana. Mas as mazelas físicas eram insignificantes quando comparadas com as feridas emocionais infligidas pelo seu pai, um carismático e engenhoso fantasista que agia por conta própria. Quando Elon teve alta do hospital, o pai repreendeu-o. «Tive de ficar de pé uma hora a ouvi-lo gritar comigo, a chamar-me idiota e a dizer-me que era um inútil», recorda.
O impacto do pai na sua psique permaneceria. Transformou-se num homem-criança duro, apesar de vulnerável, com uma tolerância extraordinariamente alta ao risco, sedento de drama e com um sentido épico de missão e uma obstinação maníaca, tão insensível quanto, por vezes, destrutiva.
No início de 2022 – depois de um ano marcado pelo lançamento e colocação em órbita de 31 foguetes da SpaceX, pela marca de um milhão de carros vendidos pela Tesla e de se tornar o homem mais rico do mundo – , Musk falou com pesar sobre a sua compulsão para criar dramas. «Preciso de mudar de mentalidade, sair do modo de crise, que é como tenho funcionado nos últimos catorze anos, pelo menos, se não a maior parte da minha vida», disse.
Foi um comentário melancólico, não uma resolução de Ano Novo. Ao mesmo tempo que se comprometia a mudar, comprava, em segredo, ações do Twitter, o maior recreio do mundo. Ao longo dos anos, sempre que se encontrava num lugar mais sombrio, voltava a ser aquela criança agredida no recreio. Agora, tinha a oportunidade de ser o dono do recreio.
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PENSAR COMO CHURCHILL Biografia inspiradora de um dos maiores estadistas e estrategas do Século XX
Churchill foi um líder carismático e inspirador, o melhor orador do seu tempo e uma das figuras mais marcantes do século XX. Recebeu em 1953 o Prémio Nobel da Literatura.
O que poderemos aprender com a vida deste grande estadista? Winston Churchill é uma das grandes figuras da história moderna. Foi um político conservador e estadista britânico, famoso principalmente pela sua atuação como primeiro-ministro do Reino Unido durante a Segunda Guerra Mundial e por assumir o compromisso de nunca se render. Conduziu o seu país de um dos seus momentos mais difíceis — isolado e a enfrentar uma possível invasão alemã — aos seus tempos áureos, conseguindo proporcionar ao mundo o tempo e o espaço necessários para poder finalmente derrotar os exércitos de Hitler. Pensar como Churchill convida-nos a explorar as capacidades únicas que Churchill possuía para lidar com os mais profundos desafios políticos do seu tempo. Podemos aprender a pensar como o homem que ganhou a reputação de ter sido o maior britânico de todos os tempos, descodificando a personalidade e os pontos de vista de Churchill, de forma a revelar como podemos aplicar os seus métodos e pô-los em prática em todas as áreas das nossas vidas.
DEIXE-SE INSPIRAR POR ESTE LÍDER CARISMÁTICO E SIGA OS PASSOS DE UM DOS MAIORES ESTADISTAS E ESTRATEGAS DO SÉCULO XX. -
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AMÁLIA NAS SUAS PALAVRAS
SINOPSEEm 1973, a Editora Arcádia encarregou o escritor Manuel da Fonseca de escrever uma biografia de Amália Rodrigues. A ideia parecia genial – pôr um escritor famoso e conhecido pela sua militância comunista a traçar o perfil daquela que era então considerada o ícone do Fado e um dos «pilares» da propaganda do Regime. Essa biografia nunca foi escrita, mas ficaram gravadas longas horas de conversa entre os dois, quer na casa da Rua de São Bento, quer na herdade que Amália tinha no Brejão. Entretanto, a Arcádia acabou e as gravações ficaram esquecidas. Até hoje…
Neste que será certamente o mais importante livro publicado no Centenário de Amália, essa conversa – até hoje inédita – é finalmente revelada, permitindo-nos acompanhar a vida de Amália, nas suas próprias palavras, desde a pobreza em que nasceu e cresceu até ao auge da sua carreira artística.
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PENSAR COMO OBAMA
SINOPSE
Barack Obama ascendeu de relativa obscuridade à presidência dos Estados Unidos da América de forma extraordinária. A sua mensagem de esperança e mudança deram novo impulso às políticas globais e ligaram milhões de pessoas a um sistema que há muito sentiam ignorá-las.
Inspire-se com a jornada de Obama e aprenda que Sim. Podemos.
Filho de pai queniano e mãe americana, Barack Obama era uma figura improvável enquanto futuro presidente dos EUA. Mas as pessoas viam nele um reflexo dos seus próprios ideais — valores como tolerância, igualdade, justiça e, talvez o mais importante, esperança.
Para muitos, ele representava a mudança de mentalidades e a oportunidade para reformas concretas. E ao enfrentar os desafios únicos de um ambiente político global de incerteza, Obama apurou as capacidades de um verdadeiro presidente moderno para guiar o seu país em alguns dos mais difíceis momentos na história recente.
Com este livro pode aprender a pensar como o presidente mais acessível de sempre — um homem que está à vontade quer a discutir política externa quer as qualidades dos seus rappers favoritos.
O que pode aprender com este presidente único:
– As suas opiniões sobre liderança e inovação
– Como definir objectivos
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– Ultrapassar obstáculos
– Combater a desigualdade
– Tirar o melhor partido das redes sociais -
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MEMÓRIAS EM TEMPO DE AMNÉSIA Volume I Uma campa em África
SINOPSE
Estas Memórias em Tempo de Amnésia são publicadas em dois volumes. O livro trata sobretudo do que era proibido lembrar, do que era subversivo memorizar. Os crimes deviam ser esquecidos para todo o sempre. Podia-se ser preso e torturado por ter visto o crime que nenhum registo podia guardar e ficava, apesar de todo o esforço dos fazedores de silêncio, na memória dos homens. Nos contadores de histórias, nos que pela tradição oral preservam as lembranças dos seus antepassados.
Mas as dificuldades do presente funcionam como uma droga que apaga a memória e propaga como um vírus a amnésia colectiva, tornando a sociedade mais frágil perante ameaças já conhecidas pela humanidade.
Uma campa em África, o primeiro volume, aborda os caminhos que me levaram, ainda menino, para África. Aí vivi entre 1953 e 1967, primeiro em Moçambique, depois na África do Sul. Pretende ser um testemunho da viagem às trevas que era viver em África no tempo em que o racismo era política de Estado, quer fosse na mentira luso tropical ou no horror do apartheid. É um testemunho em nome do dever de memória, contra a política do esquecimento e o revisionismo histórico sobre o crime contra a humanidade que foi o colonialismo. Da Beira da minha infância, da cidade branca, resta uma campa; aí jaz a minha avó Amélia Claro, que eu tanto amara no Douro.
O segundo volume, Utopias Revolucionárias, abordará os anos de exílio e a revolução cultural de Maio de 68, ponto de encontro da contracultura americana e do marxismo europeu, da desconstrução do sistema patriarcal e da luta pela igualdade. É a conclusão da minha crónica dos longos anos 60, que terminaram com o 25 de Abril de 1974 em Portugal.