INVICTUS O Triunfo de Mandela
1.100,00 MT
SINOPSE
Quando Nelson Mandela conquistou a presidência nas primeiras eleições livres, sabia que esta mudança formal não era suficiente para extinguir os ódios alimentados durante décadas. Com aquele seu carisma que tanto sobressai pela inteligência e humanidade, como por um magnetismo fortemente sedutor, o seu esforço orientou-se no sentido de unir negros e brancos através de algo que puder encarnar a alma nacional. Num golpe de génio, viu na final da Taça Mundial de Râguebi de 1995 a oportunidade única para pôr em prática o seu plano. Um documento histórico que brilha pela clareza e complexidade dos factores em jogo, constituindo ao mesmo tempo um sentido testemunho ao homem que o inspirou. Esta obra deu origem ao filme Invictus.
Out of stock
John Carlin
9789722342780
ISBN | 9789722342780 |
---|---|
Categoria: | Biografias |
Weight | 428 g |
---|---|
Autor | |
Editora | Editorial Presença |
Livros Relacionados
-
PENSAR COMO STEPHEN HAWKING
SINOPSE
Como poderá você inspirar-se no cientista mais célebre da actualidade? Stephen Hawking é um dos mais consagrados cientistas de sempre. O trabalho notável que tem desenvolvido ao longo dos anos na área da cosmologia contribuiu para uma melhor compreensão sobre o funcionamento dos buracos negros, tendo as suas teorias mudado a forma como vemos o Universo. Muitas das suas teses têm desafiado o mundo científico e, sobretudo, posto em causa a própria noção do tempo e a existência de um deus. Hawking tornou-se famoso pelo seu trabalho, mas a sua celebridade deve-se também à batalha que tem travado contra a esclerose lateral amiotrófica, uma doença degenerativa e incurável que o confinou a uma cadeira de rodas a maior parte da sua vida. Descubra como uma mente extraordinária encarcerada num corpo frágil enfrentou todas as adversidades, mostrando-nos como tudo é realmente possível.
-
-
NERO- O HOMEM POR DETRÁS DO MITO
SINOPSE
As histórias a respeito do tirânico reinado de Nero começaram mesmo antes do seu corpo ter arrefecido- o desapiedado tirano que tocava lira enquanto Roma ardia; o sádico diabólico que matou a mulher e a mãe e que atirou os cristãos aos leões- e foram perpetuados no século XX por hollywood e por autores de romances históricos. No entanto, tal como está nova biografia revela, o homem por detrás do mito é uma figura mais complexa, infinitamente mais interessante. Este livro não desculpabiliza Nero, mas pretende revelar que ele foi mais um libertador que um opressor, que planeou governar em paz, contrariando o governo militarista dos seus antecessores, e que era esclarecido e civilizado, um homem que gostava de poesia, música, filosofia e teatro, bem como dos prazeres eróticos. Aplaudido pelo seu desempenho com a lira por milhares de súbditos, a sua protecção às artes também deixou como legado a Casa Dourada, com a sua rica decoração a ouro e os seus murais, mais tarde copiados no Vaticano por Rafael e por outros artistas do Renascimento. Através de testemunhos sociais, culturais arqueológicos, encontramos aqui um Nero descrito como homem e não como monstro.
Esta soberba biografia de um imperador, cuja mítica reputação se estende por quase dois milénios, permite-nos ver, pela primeira vez, para além dos relatos com motivações politicas dos seus anteriores biógrafos, o homem paradoxal que foi o verdadeiro Nero. Esta obra prenderá a atenção de todos os que se interessam pela dinâmica história do Império Romano, focando o mais poderoso, o mais incompreendido e enigmático dos seus imperadores.
-
MARCELO Presidente todos os dias
SINOPSE
Poucos políticos portugueses alcançaram a popularidade de Marcelo Rebelo de Sousa.
Com ele, a Presidência da República foi para a rua ao encontro do povo, quebrando formalismos e protocolos.
Este Presidente é a prova de como os afectos contam em política e de como podem ajudar a travar outros populismos, ainda que corra o risco de ser acusado de banalizar a função. Sem deixar de ser um homem de consensos, Marcelo também não deixou de pressionar o Governo e de condicionar a oposição, nem de marcar pontos na política internacional. Seguindo Marcelo Rebelo de Sousa no terreno, consultando centenas de trabalhos que relatam o seu percurso e falando com muitos dos que o acompanham, este livro é o retrato vivo de um Presidente da República singular, que já marcou a forma como se faz política em Portugal. -
AMÁLIA NAS SUAS PALAVRAS
SINOPSEEm 1973, a Editora Arcádia encarregou o escritor Manuel da Fonseca de escrever uma biografia de Amália Rodrigues. A ideia parecia genial – pôr um escritor famoso e conhecido pela sua militância comunista a traçar o perfil daquela que era então considerada o ícone do Fado e um dos «pilares» da propaganda do Regime. Essa biografia nunca foi escrita, mas ficaram gravadas longas horas de conversa entre os dois, quer na casa da Rua de São Bento, quer na herdade que Amália tinha no Brejão. Entretanto, a Arcádia acabou e as gravações ficaram esquecidas. Até hoje…
Neste que será certamente o mais importante livro publicado no Centenário de Amália, essa conversa – até hoje inédita – é finalmente revelada, permitindo-nos acompanhar a vida de Amália, nas suas próprias palavras, desde a pobreza em que nasceu e cresceu até ao auge da sua carreira artística.
-
SOU UM CRIME Nascer e crescer no apartheid
SINOPSE
Uma história de violência, racismo, humor e superação durante o apartheid
Actualmente, Trevor Noah apresenta o icónico programa televisivo The Daily Show e é um dos mais reconhecidos humoristas do mundo. Mas no dia em que nasceu era um crime — fruto da relação ilícita entre uma negra e um branco durante o apartheid. Impulsionado pela mãe — rebelde, teimosa, exigente e a grande homenageada do livro — e através de um prodigioso sentido de humor, Trevor Noah conseguiu quebrar o ciclo de pobreza e discriminação a que estava condenado, e chegar ao lugar onde o vemos hoje. É essa a história que conta em Sou Um Crime, a par com a história da África do Sul e uma abrangente história do racismo.
-
DA UDENAMO À FRELIMO e à diplomacia moçambicana
O rigor histórico dos factos narrados sobre as várias etapas da luta desde as tarefas organizativas em Dar-es-Salaam, passando pelos centros educacionais e de treino militar na Tanzânia, com particular realce para Kongwa e Nachingwea, as acções de abastecimento e infiltração de armamento e outros meios de luta, a mobilização da população para o seu engajamento na educação e na produção, bem como o combate directo do inimigo, constituem um conjunto fascinante duma memória colectiva que consubstancia o papel dos combatentes pela liberdade, justiça e desenvolvimento de Moçambique.
Os depoimentos que se juntam no livro são testemunho da partilha de um processo de luta, amizade e camaradagem cultivados ao longo dos vários anos de combate libertador. A luta de libertação de Moçambique fez-se em varias frentes politica, militar e diplomática. Lopes Tembe, através da sua trajectória, faz-nos recordar essa experiência multifacetada, em que a solidariedade regional e internacional teve um papel inolvidável.
-
MEMÓRIAS EM TEMPO DE AMNÉSIA Volume I Uma campa em África
SINOPSE
Estas Memórias em Tempo de Amnésia são publicadas em dois volumes. O livro trata sobretudo do que era proibido lembrar, do que era subversivo memorizar. Os crimes deviam ser esquecidos para todo o sempre. Podia-se ser preso e torturado por ter visto o crime que nenhum registo podia guardar e ficava, apesar de todo o esforço dos fazedores de silêncio, na memória dos homens. Nos contadores de histórias, nos que pela tradição oral preservam as lembranças dos seus antepassados.
Mas as dificuldades do presente funcionam como uma droga que apaga a memória e propaga como um vírus a amnésia colectiva, tornando a sociedade mais frágil perante ameaças já conhecidas pela humanidade.
Uma campa em África, o primeiro volume, aborda os caminhos que me levaram, ainda menino, para África. Aí vivi entre 1953 e 1967, primeiro em Moçambique, depois na África do Sul. Pretende ser um testemunho da viagem às trevas que era viver em África no tempo em que o racismo era política de Estado, quer fosse na mentira luso tropical ou no horror do apartheid. É um testemunho em nome do dever de memória, contra a política do esquecimento e o revisionismo histórico sobre o crime contra a humanidade que foi o colonialismo. Da Beira da minha infância, da cidade branca, resta uma campa; aí jaz a minha avó Amélia Claro, que eu tanto amara no Douro.
O segundo volume, Utopias Revolucionárias, abordará os anos de exílio e a revolução cultural de Maio de 68, ponto de encontro da contracultura americana e do marxismo europeu, da desconstrução do sistema patriarcal e da luta pela igualdade. É a conclusão da minha crónica dos longos anos 60, que terminaram com o 25 de Abril de 1974 em Portugal.