MISTÉRIOS DO REINO Na academia de Cristo
500,00 MT
SINOPSE
Face a uma geração exposta a vários conceitos e extremos associados ao evangelho, urge a necessidade de esclarecer à luz das sagradas escrituras o genuíno evangelho pregado pelo nosso Senhor Jesus Cristo durante o seu ministério terreno, a saber, o evangelho do Reino de Deus. A obra é centrada na:
– Exposição do propósito específico da vinda de Cristo ao mundo;
-Definição e exaltação do Reino de Deus acima de todas prioridades da igreja de Cristo;
-Reflexão e interpretação dos diferentes ensinamentos de Jesus a respeito do Reino de Deus.
Out of stock
Miza De Brouwer
978909363660
| ISBN | 978909363660 |
|---|---|
| Categoria: | Literatura Moçambicana |
| Weight | 175 g |
|---|---|
| Autor | |
| Editora | Patmos Editora Moçambique |
Livros Relacionados
-
A MORTE DE SAMORA MACHEL
1.300,00 MTSINOPSE
persistem dúvidas sobre o que terá realmente acontecido na fatídica noite de 19 de Outubro de 1986 quando uma aeronave do tipo Tupolev-134ª, sob os comandos de uma tripulação cedida ao governo de Moçambique pela entao uni’ao Soviética, embateu contra a região montanhosa dos Limbombos, em território sul-africano, causando a morte do Presidente Samora Machel e de outras 33 pessoas.
Será que de facto se tratou de um “acto de terrorismo de Estado” perpetrado pelo antigo regime do apartheid, como insistentemente alegam as autoridades moçambicanas?
Terá havido alguém em moçambique que facilitou tal acto, como publicamente o declarou a viúva do primeiro chefe de Estado moçambicano, Graça Machel?
Ou foi tudo consequência de erros da tripulação?
-
AS MULHERES DE CINZA
2.500,00 MTSINOPSE
Mulheres de Cinza é o primeiro livro de uma trilogia sobre os derradeiros dias do chamado Estado de Gaza, o segundo maior império em África dirigido por um africano. Ngungunyane (ou Gungunhane, como ficou conhecido pelos portugueses) foi o último de uma série de imperadores que governou metade do território de Moçambique. Derrotado em 1895 pelas forças portuguesas comandadas por Mouzinho de Albuquerque, Ngungunyane foi deportado para os Açores onde veio a morrer em 1906. Os seus restos mortais terão sido trasladados para Moçambique em 1985.
Existem, no entanto, versões que sugerem que não foram as ossadas do imperador que voltaram dentro da urna. Foram torrões de areia. Do grande adversário de Portugal restam areias recolhidas em solo português.
Esta narrativa é uma recreação ficcional inspirada em factos e personagens reais.Serviram de fonte de informação uma extensa documentação produzida em Moçambique e em Portugal e, mais importante ainda, diversas entrevistas efectuadas em Maputo e Inhambane.
-
O SÉTIMO JURAMENTO
2.250,00 MTSINOPSE
[…] «Faças uma substituição breve; esqueça a secretária do David, a Cláudia. Tome a Vera pala mãe do Pável, Mikhail por David e Clemente por Pável. Temos aqui um cruzamento tanto das lutas das duas mulheres como também o ideal socialista que fundamenta a Primeira República de 1975 distanciando-se, como é óbvio, pela luta de Samora contra as tradições como o grau da modernidade industrial que se conjuga aos campos de reeducação do Niassa. Veja como o Lourenço, o amigo de David e ele próprio demarcam o dualismo pós-independência: a modernidade e a tradição. O primeiro que vive os meandros da segunda e, o segundo que se distancia desse reduto para assumir a negação com proporções negativas nos anos da revolução». «mas, Dinho…», gaguejei. No momento estávamos a cruzar a Salvador Alende para depois subirmos por uma avenida que nos levaria a uma paragem junto a um ninho de lixo. Tomamos de seguida uma ruela que conhecia dos tempos de trabalhos por aquelas bandas. O sol já ido, a cidade começava a respirar a náusea da modernidade invocada para o homem novo. Esticou a mão e segurou-me dizendo: «não compreenderás o Sétimo juramento fora destes pequenos nadas; […].
-
O ROMPER DA AURORA
600,00 MTSINOPSE
O livro «o romper da aurora » é constituído por 15 contos ficcionados por igual número de alunos do ensino secundário do país.
Este produto resulta de dois concursos organizados pelo Festival do Livro Infantil da Kulemba (FLIK 2021).
-
CADERNO DE MEMÓRIAS
300,00 MTSINOPSE
… contradições é costume havê-las entre pessoas que habitam os mesmos bairros. Umas, todas bem fundamentadas, tinham a ver com divisões motivadas por inveja, por ciúmes_ “…porque a Jorgeta me disse que tu disseste que eu disse que..” e de competições por causa de namorados. Ou estoutras, originadas por amantismos fracassados ou por créditos não respeitados: “…ontem encontrei o Filimão e disse-lhe umas boas… que sô buro, sô aldrabão, cafajesta sem vergonha na cara… sô mashangana ordinário…pensas que sou uma entra-sai ou dessas da Rua Araújo ou quê…?
-
O FIO DAS MISSANGAS
1.300,00 MTSINOPSE
Uma vez mais Mia Couto regressa ao conto, género literário que parece ser o da sua maior realização. Estórias breves mas contendo, cada uma delas, as infinitas vidas que se condensam em cada ser humano. Uma vez mais, a linguagem é trabalhada como se fosse delicada filigrana, confirmando o que o autor disse de si mesmo: «Conto histórias por via da poesia.» São vinte e nove contos unidos como missangas em redor de um fio, que é a escrita encantada de um consagrado fabricador de ilusões.
-
O MAPEADOR DE AUSÊNCIAS
2.600,00 MTSINOPSEDiogo Santiago é um prestigiado e respeitado intelectual moçambicano. Professor universitário em Maputo, poeta, desloca-se pela primeira vez em muitos anos à sua terra natal, a cidade da Beira, nas vésperas do ciclone que a arrasou em 2019, para receber uma homenagem que os seus concidadãos lhe querem prestar.
Mas o regresso à Beira é também, e talvez para ele seja sobretudo, o regresso a um passado longínquo, à sua infância e juventude, quando ainda Moçambique era uma colónia portuguesa. Menino branco, é filho de um pai jornalista e sobretudo poeta, e de uma mãe toda sentido prático e completamente terra-a-terra. Do pai recorda o que viveu com ele: duas viagens ao local de terríveis massacres cometidos pela tropa colonial, a sua perseguição e prisão pela PIDE, mas sobretudo, e em tudo isto, o seu amor pela poesia. Mas recorda também, entre os vivos, o criado Benedito (agora dirigente da FRELIMO) e o seu irmão Jerónimo Fungai, morto a tiro nos braços da sua amada, a bela e infeliz Mariana Sarmento, o farmacêutico Natalino Fernandes, o inspector da PIDE Óscar Campos, a tenaz e poderosa Maniara, e muitos outros; e de entre os mortos sobressaem o régulo Capitine, que vê uma mulher a voar









