CADERNO DE MEMÓRIAS
300,00 MT
SINOPSE
… contradições é costume havê-las entre pessoas que habitam os mesmos bairros. Umas, todas bem fundamentadas, tinham a ver com divisões motivadas por inveja, por ciúmes_ “…porque a Jorgeta me disse que tu disseste que eu disse que..” e de competições por causa de namorados. Ou estoutras, originadas por amantismos fracassados ou por créditos não respeitados: “…ontem encontrei o Filimão e disse-lhe umas boas… que sô buro, sô aldrabão, cafajesta sem vergonha na cara… sô mashangana ordinário…pensas que sou uma entra-sai ou dessas da Rua Araújo ou quê…?
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Aldno Muianga
| ISBN | 12125 |
|---|---|
| Categoria: | Literatura Moçambicana |
| Weight | 286 g |
|---|
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A MORTE DE SAMORA MACHEL
1.300,00 MTSINOPSE
persistem dúvidas sobre o que terá realmente acontecido na fatídica noite de 19 de Outubro de 1986 quando uma aeronave do tipo Tupolev-134ª, sob os comandos de uma tripulação cedida ao governo de Moçambique pela entao uni’ao Soviética, embateu contra a região montanhosa dos Limbombos, em território sul-africano, causando a morte do Presidente Samora Machel e de outras 33 pessoas.
Será que de facto se tratou de um “acto de terrorismo de Estado” perpetrado pelo antigo regime do apartheid, como insistentemente alegam as autoridades moçambicanas?
Terá havido alguém em moçambique que facilitou tal acto, como publicamente o declarou a viúva do primeiro chefe de Estado moçambicano, Graça Machel?
Ou foi tudo consequência de erros da tripulação?
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O SÉTIMO JURAMENTO
2.250,00 MTSINOPSE
[…] «Faças uma substituição breve; esqueça a secretária do David, a Cláudia. Tome a Vera pala mãe do Pável, Mikhail por David e Clemente por Pável. Temos aqui um cruzamento tanto das lutas das duas mulheres como também o ideal socialista que fundamenta a Primeira República de 1975 distanciando-se, como é óbvio, pela luta de Samora contra as tradições como o grau da modernidade industrial que se conjuga aos campos de reeducação do Niassa. Veja como o Lourenço, o amigo de David e ele próprio demarcam o dualismo pós-independência: a modernidade e a tradição. O primeiro que vive os meandros da segunda e, o segundo que se distancia desse reduto para assumir a negação com proporções negativas nos anos da revolução». «mas, Dinho…», gaguejei. No momento estávamos a cruzar a Salvador Alende para depois subirmos por uma avenida que nos levaria a uma paragem junto a um ninho de lixo. Tomamos de seguida uma ruela que conhecia dos tempos de trabalhos por aquelas bandas. O sol já ido, a cidade começava a respirar a náusea da modernidade invocada para o homem novo. Esticou a mão e segurou-me dizendo: «não compreenderás o Sétimo juramento fora destes pequenos nadas; […].
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RABHIA
450,00 MTSINOPSE
«Rabhia, uma prostituta assassinada em circunstâncias adequadamente misteriosas- um enigma que a conclusão do livro resolve, mas também complica. […] O conhecedor da capital de Moçambique poderia refazer os passos desorbitados e convulsos da narrativa, unindo os pontos assinalados pelo romance. O que lhe confere mais do que sua quota-parte de plausibilidade- além de um forte teor visualista, energizado pelo estilo vibrante do autor, que alça num compasso veloz.»Hugo Pinto Santos, Público.
«Lucílio Manjate, ao estilo dos grandes mestres do género policial, tem já um detective (tal como Poirrot de Agtha Christie, o Holmes de conam Doyle, o Maigret de Simenon), o Sthoe, que já vem de A legítima dor de D.Sebastião e se apresenta com um notório grau de excentricidade, com tiques e expressões de linguagem especiais (“ Com tudo, somos maningue felizes…”) que o individualizam.» Gilberto Matusse,«Um lugar para o policial»
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PÃO AMARGO
385,00 MTSINOPSE
Nesta obra, o autor vai buscar pequenos detalhes da vida desta sociedade que é a moçambicana.
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CRISTO CÓSMICO REENCARNOU COMO SAI BABA
600,00 MTSINOPSE
Não sendo a primeira vez que o Homem e o nosso planeta passam por situações de grande desespero e turbulência cósmica, esta nossa actual condição indicia uma possível auto-destruição, uma imensa catástrofe antropo-planetária, a não ser que cada criatura humana se auto-descubra, saiba quem, verdadeiramente, ela é, donde veio e o que está aqui a fazer.
E, actualmente, já há instrumentos e conhecimentos que podem levar a humanidade a fazer a sua mudança interior, a sua reforma intima em direcção à paz e ao Amor. De facto, a chamada Ciência espiritual está a fazer descobertas e a abrir caminhos para autodescobertas profundas sobre o ser Humano e a razão da sua existência.
Por outro lado, a chamada, ainda por muitos, de Ciência formal também já faz incursões e descobertas maravilhas no campo da física moderna, da psicologia, da medicina quântica, da psiquiatria e psicanálise que, por exemplo, no campo investigativo da hipnose regressiva, levaram a reconfirmar a descoberta da lei da reencarnação, que para a maior parte das pessoas era uma hipótese sem fundamento, um mito ou um absurdo perturbador.
Esta obra objectiva-se no sentido de pôr a descoberto antigas-novas realidades de uma Verdade que está ao nosso alcance conhecê-la e que já é tempo de a abordarmos sem medo. Boa Leitura!
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MOÇAMBIQUE das palavras escritas
1.100,00 MTSINOPSE
Esta obra desafia e convida os leitores a uma viagem de encontro com Moçambique, e com as palavras de escritores como Luís Carlos Patraquim, Mia Couto, Paulina Chiziane, e outros. A par das leituras críticas que deles e de outros autores vêm sendo produzidos, questiona-se o panorama da literatura moçambicana; como se revela, os seus autores e que sabedorias trazem as suas vozes.
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CANTO EM LIRA QUEBRADA: UMA LEITURA DA POÉTICA DE GUITA JR.
320,00 MTSINOPSE
É, na verdade, um discurso entusiástico o que a publicação de “ Canto em Liria quebrada: um leitura da poética de Guita JR.”, de Viviane Mendes de amplo salto de ousadia, respeitando e cumprindo todas as exigências por ele impostas-, A critica incorpora a esse tecido um latente vigor poético, em que seu objecto de estudo- A antóloga os aromas essenciais, do poeta moçambicano- confunde-se, com igual lascívia e fome, à analise dos poemas, às escolhas vocabulares e as caminhos interpretativos tomados.
Tal confluência erótica entre enunciador e enunciação é responsável por projectar a pesquisa de Viane para um outro patamar. Capitulo a capitulo, verso a verso, percebe-se que a elasticidade do ensaio faz ver também o sujeito de paixão que delicadamente o costura, é a poesia de Guita que ocupa, no todo, um respeitoso e honrado lugar de prevalência. Primeiro estudo de fôlego acerca da obra do Moçambicano, “Canto em Lira Quebrada” põe em releve as fissuras de um sujeito-lírico Pós-guerra civil obrigado a coexistir novas e outras possibilidades de sonhar. Para tanto, Moraes perpassa distintos conceitos, aplicados sempre com precisão; e é com fortuita e pontual perspicácia que assoma ao texto, principalmente, a Melancolia de Walter Benjamin.
As imagens melancólicas de Guita JR., Muitas vezes reverberadas nos estilhaços de “Eus partidos”, são, desse modo, fertilmente abraçadas pelo texto de Vivane. Tal qual tecelã, ela as recolhe e reorganiza por intermédio de um texto que não poderia exalar nada além daquilo que realmente é, pura poesia.









