Justino Jaime de Abreu
| ISBN | 121331 |
|---|---|
| Categoria: | Literatura Moçambicana |
| Weight | 89 g |
|---|---|
| Autor | |
| Editora | Imprensa Universitária |
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O ROMPER DA AURORA
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ANTROPOLOGIA ESPIRITUAL HÁ MAIS VIDA PARA ALÉM DESTA VIDA
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Falar da vida para além da vida corporal,falar desta possibilidade maravilhosa de sabermos que a vida não acaba com a morte do nosso corpo, que somos seres espirituais que habitamos uma casa biológica plena de energia, não é novo nem novidade para muita gente aqui em Moçambique e, obviamente, no mundo. As interpretações e conhecimentos sobre essa realidade é que diferem.
Esta obra aborda varias questões relacionadas com aquilo que o autor considera e designa ser uma Antropologia Espiritual. Efectivamente, sendo o Homem um ser dual, corpo e espírito/alma, a antropologia tem deixado de lado o estudo e investigação sobre o(s) espírito(s) que somos, facto de uma importância inquestionável para se ter uma ideia mais consentânea, completa e verdadeira sobre a realidade do Ser Humano.
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[…] «Faças uma substituição breve; esqueça a secretária do David, a Cláudia. Tome a Vera pala mãe do Pável, Mikhail por David e Clemente por Pável. Temos aqui um cruzamento tanto das lutas das duas mulheres como também o ideal socialista que fundamenta a Primeira República de 1975 distanciando-se, como é óbvio, pela luta de Samora contra as tradições como o grau da modernidade industrial que se conjuga aos campos de reeducação do Niassa. Veja como o Lourenço, o amigo de David e ele próprio demarcam o dualismo pós-independência: a modernidade e a tradição. O primeiro que vive os meandros da segunda e, o segundo que se distancia desse reduto para assumir a negação com proporções negativas nos anos da revolução». «mas, Dinho…», gaguejei. No momento estávamos a cruzar a Salvador Alende para depois subirmos por uma avenida que nos levaria a uma paragem junto a um ninho de lixo. Tomamos de seguida uma ruela que conhecia dos tempos de trabalhos por aquelas bandas. O sol já ido, a cidade começava a respirar a náusea da modernidade invocada para o homem novo. Esticou a mão e segurou-me dizendo: «não compreenderás o Sétimo juramento fora destes pequenos nadas; […].
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Uma vez mais Mia Couto regressa ao conto, género literário que parece ser o da sua maior realização. Estórias breves mas contendo, cada uma delas, as infinitas vidas que se condensam em cada ser humano. Uma vez mais, a linguagem é trabalhada como se fosse delicada filigrana, confirmando o que o autor disse de si mesmo: «Conto histórias por via da poesia.» São vinte e nove contos unidos como missangas em redor de um fio, que é a escrita encantada de um consagrado fabricador de ilusões.
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Somos uma geração privilegiada participámos na construção de um pais novo. Empenhados, entusiasmados, sonhadores, utópicos. Éramos uns miúdos e assumimos responsabilidades de gente grande! Quantas vivenciais e histórias vividas! Umas hilariantes, outras desafiantes, umas giras, outras nem por isso. Histórias que apenas circulavam entre amigo, à volta das mesas do almoço e jantares. Daí nasceu a ideia deste livro. Para que a memória dos tempos não se esfume. Um email desafiante aos vários amigos. E surpresa das surpresas.. a ideia ganhou asas. Estas são histórias verídicas de um Moçambique que acabava de reinventar, livre e solidário. Esta é a palavra mais bonita e frequente que irão encontrar nestes relatos: solidariedade!
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CANTO EM LIRA QUEBRADA: UMA LEITURA DA POÉTICA DE GUITA JR.
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É, na verdade, um discurso entusiástico o que a publicação de “ Canto em Liria quebrada: um leitura da poética de Guita JR.”, de Viviane Mendes de amplo salto de ousadia, respeitando e cumprindo todas as exigências por ele impostas-, A critica incorpora a esse tecido um latente vigor poético, em que seu objecto de estudo- A antóloga os aromas essenciais, do poeta moçambicano- confunde-se, com igual lascívia e fome, à analise dos poemas, às escolhas vocabulares e as caminhos interpretativos tomados.
Tal confluência erótica entre enunciador e enunciação é responsável por projectar a pesquisa de Viane para um outro patamar. Capitulo a capitulo, verso a verso, percebe-se que a elasticidade do ensaio faz ver também o sujeito de paixão que delicadamente o costura, é a poesia de Guita que ocupa, no todo, um respeitoso e honrado lugar de prevalência. Primeiro estudo de fôlego acerca da obra do Moçambicano, “Canto em Lira Quebrada” põe em releve as fissuras de um sujeito-lírico Pós-guerra civil obrigado a coexistir novas e outras possibilidades de sonhar. Para tanto, Moraes perpassa distintos conceitos, aplicados sempre com precisão; e é com fortuita e pontual perspicácia que assoma ao texto, principalmente, a Melancolia de Walter Benjamin.
As imagens melancólicas de Guita JR., Muitas vezes reverberadas nos estilhaços de “Eus partidos”, são, desse modo, fertilmente abraçadas pelo texto de Vivane. Tal qual tecelã, ela as recolhe e reorganiza por intermédio de um texto que não poderia exalar nada além daquilo que realmente é, pura poesia.









