PANCHO GUEDES METAMORFOSES ESPACIAIS
2.330,00 MT
SINOPSE
Pancho Guedes foi o arquitecto escolhido em 2006 para a Bienal de Veneza. Este livro, sobre a vida e a obra do arquitecto Pancho Guedes, aborda a sua complexa criatividade artística e a diversidade do seu trabalho, patente em diferentes formas na arquitectura.
Out of stock
Miguel Santiago
9789898010711
| ISBN | 9789898010711 |
|---|---|
| Categoria: | Arte |
| Weight | 518 g |
|---|---|
| Autor | |
| Editora | Caleidoscópio |
Livros Relacionados
-
OH MAPUTO 2022
650,00 MTSINOPSE
O OH Maputo 2022, faz parte da Rede internacional OH Worldwide, que cumpre os mais elevados padrões de exigência e standards organizativos, com vista a trazer-lhe uma experiência única.
Este desafio coloca Maputo ao nível do melhor que se faz no mundo.
-
BEIRA – PATRIMÓNIO ARQUITECTÓNICO / ARCHITECTURAL HERITAGE
3.675,00 MTSINOPSE
Na linha da colecção iniciada com o livro Maputo e seguido do livro São Tomé e Príncipe, esta obra faz o levantamento e estudo da evolução do traçado urbano da Beira, a segunda principal cidade de Moçambique, e o levantamento do património arquitectónico.
O livro possui um conjunto de fichas técnicas dos principais edifícios. -
MOSAICO MOÇAMBIQUE
3.500,00 MTSINOPSE
A Etnografia – o estudo da cultura material de um povo- tem mais valor quando enquadrada na historia social. A Arqueologia, a história e a sociologia combinam-se com a Etnografia na articulação do comportamento humano com coisas tangíveis.
Desta forma, podem juntar-se as varias pecas de um mosaico cultural complexo.
Esta publicação estuda, assim, todos os tipos de bens materiais moçambicanos e a cultura com eles relacionada. A obra inclui uma miscelânea de objectos domésticos, vestuário e adornos, armas, instrumentos musicais e muito mais. O livro analisa também as tecnologias usadas em varias ocupações e a maneira como os moçambicanos tem absorvido as influencias estrangeiras. A historia cobre vários milénios e mostra como o artesanato e as praticas tradicionais persistem até aos dias de hoje.
-
TIMBILA TATHU Politica cultural e construção da identidade em Moçambique
900,00 MTSINOPSE
Mais uma vez, para além da exposição de obras de arte, objectos de cultura material “indígena”, palestras e outras imagens do mundo colonial, lá estavam nativos das colónias em aldeias reproduzidas como parte da exposição, onde os seus “modos de vida” tornam-se o principal objecto da atenção do público (…)
Efectivamente, o pavilhão que mais atraiu a atenção dos visitantes foi dedicado a representação etnográfica onde, dentre outros povos colonizados, encontravam-se “nativos da Colónia de Moçambique”, alojados em aldeias e habitações “típicas” cuidadosamente construídas no parque anexo ao pavilhão das Colónias.
Este verdadeiro “zoológico humano” integrante da exposição apresentava-se como a materialização de uma pax lusitana, na medida em que mostrava o domínio do colonizador sobre outros povos a ponto de expô-los publicamente para os cidadãos na metrópole.
-
MOÇAMBIQUE ACONTECE
1.225,00 MTSINOPSE
Moçambique acontece é um livro que convida o leitor a conhecer uma terra hospitaleira, a conviver com um povo alegre e afável, a descobrir as suas belezas naturais e a testemunhar um desenvolvimento económico que tem impulsionado o Pais para os caminhos do progresso e da modernização.
Os temas abordados ao longo das suas paginas, com textos e imagens sugestivas, retratam a vida urbana e mundo rural no seu dia-a-dia , a industria, o comercio, a saúde, a educação, a fauna e a flora, entre muitos outros.
Moçambique acontece é, em suma, um agradável roteiro ilustrado que proporciona ao leitor informação útil e actual para melhor conhecer um Moçambique que, de facto, acontece!
-
ENTRE MAR E MARGINAL As praias de Maputo
3.200,00 MTSINOPSE
Mais de 150 imagens de praia, lindas ao longo da Avenida marginal em Maputo, Moçambique. Este conjunto de fotos venceu o festival Baía de Maputo em 2007.
-
CONSTRUÇÃO SONORA DE MOÇAMBIQUE 1974-1994
950,00 MTSINOPSE
Este livro aborda o papel das práticas expressivas, designadamente da música, na ‘‘construção sonora de uma nação” num contexto pós-colonial- a Republica popular de Moçambique- entre 1974 e 1994, a partir de três terrenos interligados: politica cultural, radiodifusão e industrias da musica. Ao longo de dez capítulos, construídos a partir de dezenas de entrevistas, monografias, centenas de documentos audiovisuais e artigos de Jornais, explora-se o modo como um conjunto de “mudanças”- politicas, culturais e musicais- se coadjuvaram no processo de criação dos valores sonoros de uma nação, sem esquecer o papel de diferentes intervenientes-políticos, decisores culturais, jornalistas, músicos, produtores- na participação e reacção a essas mesmas mudança. São explorados diversos assuntos, tais como a categorização musical, os sistemas de produção fonográfica, o papel da radiodifusão, os repertórios e agrupamentos musicais predominantes, o estatuto do músico, o lugar da mulher artista na sociedade moçambicana, as contingências decorrentes da produção musical em contexto da guerra, as primeiras incursões moçambicanas no âmbito da categoria de mercado “World Music”, bem como a relação entre diferentes representações sonoras e os seus diversos contextos politico-sociais.
-
LISBOA DESERTA – LISBON DESERTED
3.750,00 MTSINOPSE
Trata-se de uma obra bilingue e será, por ventura, o primeiro registo fotográfico a virar livro em que se regista e divulga a imagética da cidade de Lisboa durante a pandemia COVID-19.
«Não sou fotógrafa profissional nem tenho qualquer pretensão a sê-lo. Mas gosto de registar as minhas memórias, sobretudo as que me afectam pela sua carga emocional ou pela sua beleza. O que me aconteceu durante o curto período de confinamento em que comecei a percorrer, de manhãzinha, as ruas da cidade em redor do sítio privilegiado onde vivo, tocou-me de forma profunda em ambos os sentidos. Lisboa antiga é uma cidade magnífica, mesmo quando despida das suas gentes que a tornam tão alegre e garrida. Os sons predominantes passaram a ser outros: o arrulhar dos pombos, o grasnar das gaivotas, o compasso rítmico das betoneiras das obras de construção civil. Impossível ficar indiferente. Por vezes não consegui conter as lágrimas por ver adormecida a alma desta cidade imponente. E são algumas imagens deste seu sono curto e reparador que gostaria de partilhar. Este registo foi feito com o que tinha à mão – um telemóvel iPhone 11 Pro.»









