DO CATIVEIRO À PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA
2.000,00 MT
SINOPSE
” Os meus pais deram-me o nome de Daniel, nome de origem hebraica que significa “Só Deus pode me julgar ” ou “Deus é o meu único Juiz”. Este nome não surgia pela primeira vez na vida dos meus pais, pois ‘ja tinha sido atribuído ao seu primeiro filho, que faleceu ainda bebé em Dondo. A insistência dos meus neste nome, demonstrava que estavam decididos a recomeçar uma nova vida, iniciando de onde as suas esperanças foram quebradas, recuperando simbolicamente o seu primeiro filho que não sobreviveu em Dondo”.
Do Cativeiro à Presidência da República.
| ISBN | 97898933809638 |
|---|---|
| Categoria: | Biografias |
| Autor |
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NERO- O HOMEM POR DETRÁS DO MITO
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As histórias a respeito do tirânico reinado de Nero começaram mesmo antes do seu corpo ter arrefecido- o desapiedado tirano que tocava lira enquanto Roma ardia; o sádico diabólico que matou a mulher e a mãe e que atirou os cristãos aos leões- e foram perpetuados no século XX por hollywood e por autores de romances históricos. No entanto, tal como está nova biografia revela, o homem por detrás do mito é uma figura mais complexa, infinitamente mais interessante. Este livro não desculpabiliza Nero, mas pretende revelar que ele foi mais um libertador que um opressor, que planeou governar em paz, contrariando o governo militarista dos seus antecessores, e que era esclarecido e civilizado, um homem que gostava de poesia, música, filosofia e teatro, bem como dos prazeres eróticos. Aplaudido pelo seu desempenho com a lira por milhares de súbditos, a sua protecção às artes também deixou como legado a Casa Dourada, com a sua rica decoração a ouro e os seus murais, mais tarde copiados no Vaticano por Rafael e por outros artistas do Renascimento. Através de testemunhos sociais, culturais arqueológicos, encontramos aqui um Nero descrito como homem e não como monstro.
Esta soberba biografia de um imperador, cuja mítica reputação se estende por quase dois milénios, permite-nos ver, pela primeira vez, para além dos relatos com motivações politicas dos seus anteriores biógrafos, o homem paradoxal que foi o verdadeiro Nero. Esta obra prenderá a atenção de todos os que se interessam pela dinâmica história do Império Romano, focando o mais poderoso, o mais incompreendido e enigmático dos seus imperadores.
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ELON MUSK
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Do autor de Steve Jobs e outras biografias de sucesso, chega-nos a história surpreendentemente íntima de um dos inovadores mais controversos e fascinantes da atualidade, um visionário avesso a regras que levou o mundo para a era dos carros elétricos, da exploração espacial de iniciativa privada e da inteligência artificial. Ah, e comprou o Twitter.
Durante a sua infância, na África do Sul, Elon Musk foi vítima de bullying. Um dia, foi empurrado de umas escadas de cimento abaixo e pontapeado no rosto até este ficar uma massa ensanguentada e inchada. Ficou internado durante uma semana. Mas as mazelas físicas eram insignificantes quando comparadas com as feridas emocionais infligidas pelo seu pai, um carismático e engenhoso fantasista que agia por conta própria. Quando Elon teve alta do hospital, o pai repreendeu-o. «Tive de ficar de pé uma hora a ouvi-lo gritar comigo, a chamar-me idiota e a dizer-me que era um inútil», recorda.
O impacto do pai na sua psique permaneceria. Transformou-se num homem-criança duro, apesar de vulnerável, com uma tolerância extraordinariamente alta ao risco, sedento de drama e com um sentido épico de missão e uma obstinação maníaca, tão insensível quanto, por vezes, destrutiva.
No início de 2022 – depois de um ano marcado pelo lançamento e colocação em órbita de 31 foguetes da SpaceX, pela marca de um milhão de carros vendidos pela Tesla e de se tornar o homem mais rico do mundo – , Musk falou com pesar sobre a sua compulsão para criar dramas. «Preciso de mudar de mentalidade, sair do modo de crise, que é como tenho funcionado nos últimos catorze anos, pelo menos, se não a maior parte da minha vida», disse.
Foi um comentário melancólico, não uma resolução de Ano Novo. Ao mesmo tempo que se comprometia a mudar, comprava, em segredo, ações do Twitter, o maior recreio do mundo. Ao longo dos anos, sempre que se encontrava num lugar mais sombrio, voltava a ser aquela criança agredida no recreio. Agora, tinha a oportunidade de ser o dono do recreio.
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SOU UM CRIME Nascer e crescer no apartheid
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Uma história de violência, racismo, humor e superação durante o apartheid
Actualmente, Trevor Noah apresenta o icónico programa televisivo The Daily Show e é um dos mais reconhecidos humoristas do mundo. Mas no dia em que nasceu era um crime — fruto da relação ilícita entre uma negra e um branco durante o apartheid. Impulsionado pela mãe — rebelde, teimosa, exigente e a grande homenageada do livro — e através de um prodigioso sentido de humor, Trevor Noah conseguiu quebrar o ciclo de pobreza e discriminação a que estava condenado, e chegar ao lugar onde o vemos hoje. É essa a história que conta em Sou Um Crime, a par com a história da África do Sul e uma abrangente história do racismo.
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QUINTA-FEIRA E OUTROS DIAS
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Tendo mantido até agora reservada parte importante da minha acção como Presidente da República, convicto de que essa era a melhor forma de defender o superior interesse nacional – e nunca tendo ocorrido fugas de informação para a comunicação social sobre o que se passou nos meus encontros com o Primeiro-Ministro e outros membros do Governo -, entendo que é altura de completar a prestação de contas aos Portugueses dando público testemunho de componentes relevantes da minha magistratura que são, em larga medida, desconhecidos dos cidadãos.
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OS ANÉIS DO MEU CABELO A HISTÓRIA DE MARIZA
2.500,00 MTSINOPSEMariza dos Reis Nunes cresceu entre dois continentes. Dentro de casa estava em Moçambique, a terra onde nasceu, com a sua cultura, a sua música, a sua culinária. Mal saía à rua, mergulhava nas ruelas da Mouraria, na Lisboa antiga, no mundo do fado.
A convivência com dois universos tão diferentes moldou de forma indelével a sua personalidade como mulher e como artista. E o seu amor pela música, aliado ao dom de interpretar todos os géneros com a mesma alma, fizeram de Mariza uma cantora e fadista com tal arrojo e originalidade que, duas décadas depois de ter iniciado a carreira, continua a ser recebida em êxtase nas grandes salas de espetáculo de todo o mundo.
Mariza, os amigos, a família e os músicos revelam-nos neste livro a mulher fora do palco, sem saltos altos nem vestidos de renda, com a mão que costumamos ver a agarrar o microfone segurando com força a do seu filho.
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Inspire-se com a jornada de Obama e aprenda que Sim. Podemos.
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Para muitos, ele representava a mudança de mentalidades e a oportunidade para reformas concretas. E ao enfrentar os desafios únicos de um ambiente político global de incerteza, Obama apurou as capacidades de um verdadeiro presidente moderno para guiar o seu país em alguns dos mais difíceis momentos na história recente.
Com este livro pode aprender a pensar como o presidente mais acessível de sempre — um homem que está à vontade quer a discutir política externa quer as qualidades dos seus rappers favoritos.
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PARTICIPEI, POR ISSO TESTEMUNHO
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Neste livro Sérgio Vieira fala-nos das suas origens e da sua infância e adolescência em Tete. Fala-nos da crise de consciência que o levou abandonar o catolicismo e da sua subsequente militância no movimento estudantil e na Casa dos Estudantes do Império. Aborda também o êxodo dos estudantes “ultramarinos” de 1961-1963, e a participação em Paris e no Norte de África na luta anticolonial. Acompanhamos ainda a sua “descida” para Dar-es-Salaam, com a obrigatória escala em Argel, e a entrada no movimento de libertação, bem como a sua colaboração estreita com Eduardo Mondlane e Samora Machel.
São informativos os capítulos dedicados às relações entre os movimentos filiado na antiga CONCP (Conferencia das Organizações Nacionalistas das Colónias Portuguesas) e a fase das negociações que conduziram à assinatura dos Acordos de Lusaka. Chegada a Independência, é o exercício dos países da Linha da Frente, o dossier Zimbábue e a guerra de desestabilização.
A opção socialista da Republica popular de Moçambique e as relações com os países do antigo Bloco de Leste são , também, áreas onde Sérgio Vieira se demora. Notável e refrescante é a capacidade que estas páginas possuem de fazer reviver o drama, o sofrimento, a entrega, a solidariedade à volta do ideal da libertação da pátria e a exaltação dos momentos altos da luta. Reviver ou, mais importante, descobrir e compreender.









