Isis Mbaga
| ISBN | 74152 |
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| Categoria: | Arte |
| Weight | 292 g |
|---|---|
| Autor |
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AS ÁFRICAS DE PANCHO GUEDES
2.645,00 MTSINOPSE
«Um mundo de aventura é o que nos sugere a colecção de arte e artesanato africanos de Pancho Guedes. Reunidas ao longo de uma intensa vida vivida em África, criando e ajudando a criar algumas das obras mais importantes da segunda metade do século XX no campo da Arquitectura, da Pintura e da Escultura, estas obras são o reflexo da forma participativa e viva com que Pancho Guedes as foi acumulando.» Da apresentação de António Costa, presidente da CML.
Criado em parceria com a Câmara Municipal de Lisboa, este livro bilingue acompanha a exposição no Mercado de Santa Clara entre 17 de Dezembro e 3 de Março de 2011. -
PANCHO GUEDES METAMORFOSES ESPACIAIS
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Pancho Guedes foi o arquitecto escolhido em 2006 para a Bienal de Veneza. Este livro, sobre a vida e a obra do arquitecto Pancho Guedes, aborda a sua complexa criatividade artística e a diversidade do seu trabalho, patente em diferentes formas na arquitectura.
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MOÇAMBIQUE ACONTECE
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Moçambique acontece é um livro que convida o leitor a conhecer uma terra hospitaleira, a conviver com um povo alegre e afável, a descobrir as suas belezas naturais e a testemunhar um desenvolvimento económico que tem impulsionado o Pais para os caminhos do progresso e da modernização.
Os temas abordados ao longo das suas paginas, com textos e imagens sugestivas, retratam a vida urbana e mundo rural no seu dia-a-dia , a industria, o comercio, a saúde, a educação, a fauna e a flora, entre muitos outros.
Moçambique acontece é, em suma, um agradável roteiro ilustrado que proporciona ao leitor informação útil e actual para melhor conhecer um Moçambique que, de facto, acontece!
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ARTE E ARTISTAS EM MOÇAMBIQUE Diferentes gerações e modernidades
750,00 MTSINOPSE
Num relativamente curto espaço de tempo desaparecem do mundo dos vivos e da cena artística de Moçambique diversos artistas que integravam uma geração fundadora que começou a afirmar-se num contexto de polaridade entre o colonizador e o colonizado mas também produto de um contexto insuperável das relações que, entre um e outro, se estabeleceram. Uma geração de artistas modernos moçambicanos …que influenciou profundamente os artistas e o ambiente artístico do pós-independência (1975) e marcou diversos artistas das gerações seguintes … Todos eles fazem parte de uma mesma história que aqui é contada.
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RICARDO RANGEL Insubmisso e generoso
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O livro contém 18 das mais célebres fotografias de Ricardo Rangel. Vem ainda com 4 retratos seus (um de Rogério, outro de José Cabral, e dois não creditados). E ainda com várias reproduções de fotos suas, referidas nos textos.
Integra três textos apresentados num colóquio que foi dedicado ao fotógrafo em 2012: de José Mota Lopes, “Ricardo Rangel nos textos dos seus contemporâneos”; de Nelson Saúte “Ricardo Rangel: nome tutelar e inspirador do foto-jornalismo de Moçambique”; de Drew Thompson “A iconicidade de Ricardo Rangel e a escrita da história em Moçambique”. E ainda os textos de Patrícia Hayes “Pão Nosso de Cada Noite: as mulheres e a cidade nas fotografias de Ricardo Rangel de Lourenço Marques, Moçambique (1950-60)” e de Luís Bernardo Honwana “Na morte de Ricardo Rangel” – este recuperando a vertente cultural (jazzística) do fotógrafo.
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LISBOA DESERTA – LISBON DESERTED
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Trata-se de uma obra bilingue e será, por ventura, o primeiro registo fotográfico a virar livro em que se regista e divulga a imagética da cidade de Lisboa durante a pandemia COVID-19.
«Não sou fotógrafa profissional nem tenho qualquer pretensão a sê-lo. Mas gosto de registar as minhas memórias, sobretudo as que me afectam pela sua carga emocional ou pela sua beleza. O que me aconteceu durante o curto período de confinamento em que comecei a percorrer, de manhãzinha, as ruas da cidade em redor do sítio privilegiado onde vivo, tocou-me de forma profunda em ambos os sentidos. Lisboa antiga é uma cidade magnífica, mesmo quando despida das suas gentes que a tornam tão alegre e garrida. Os sons predominantes passaram a ser outros: o arrulhar dos pombos, o grasnar das gaivotas, o compasso rítmico das betoneiras das obras de construção civil. Impossível ficar indiferente. Por vezes não consegui conter as lágrimas por ver adormecida a alma desta cidade imponente. E são algumas imagens deste seu sono curto e reparador que gostaria de partilhar. Este registo foi feito com o que tinha à mão – um telemóvel iPhone 11 Pro.»









