Benjamim Pedro João
ISBN | 1111 |
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Categoria: | Literatura Moçambicana |
Weight | 119 g |
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Autor | |
Editora | Imprensa Universitária |
Livros Relacionados
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VINTE E ZINCO
SINOPSENuma pequena cidade do Moçambique colonial a violência sustenta um mundo dividido – o dos naturais, em baixo, e, sobre ele, o peso do opressor. De súbito, lá longe, na capital do Império, a terra treme, o pilar da sustentação abate-se.
Vinte e Zinco foi publicado pela primeira vez em Portugal, em 1999, no âmbito das comemorações dos 25 anos do 25 de Abril.
«Vinte e cinco é para vocês que vivem em bairros de cimento
para nós, negros pobres que vivemos
na madeira e zinco, o nosso dia
ainda está para vir.» -
AFONSO DHLAKAMA A longa luta em defesa da democracia
SINOPSE
“ Não basta escrever um canto revolucionário para participar da revolução africana; é preciso fazer esta revolução com o povo. Com o povo, e os cantos surgirão sozinhos e por si mesmos. Para ter uma acção autentica, é necessário ser pessoalmente uma parte viva da África e de seu pensamento, um elemento dessa energia popular inteiramente mobilizada para a libertação, o progresso e a felicidade da África. Não há nenhum lugar fora desse combate único nem para o artista, nem para o intelectual que não esteja ele próprio empenhado e totalmente mobilizado com o povo na grande luta da África e da humanidade sofredora”
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ANTROPOLOGIA ESPIRITUAL HÁ MAIS VIDA PARA ALÉM DESTA VIDA
SINOPSE
Falar da vida para além da vida corporal,falar desta possibilidade maravilhosa de sabermos que a vida não acaba com a morte do nosso corpo, que somos seres espirituais que habitamos uma casa biológica plena de energia, não é novo nem novidade para muita gente aqui em Moçambique e, obviamente, no mundo. As interpretações e conhecimentos sobre essa realidade é que diferem.
Esta obra aborda varias questões relacionadas com aquilo que o autor considera e designa ser uma Antropologia Espiritual. Efectivamente, sendo o Homem um ser dual, corpo e espírito/alma, a antropologia tem deixado de lado o estudo e investigação sobre o(s) espírito(s) que somos, facto de uma importância inquestionável para se ter uma ideia mais consentânea, completa e verdadeira sobre a realidade do Ser Humano.
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CAMBALHOTAS DE DEDOS MARCADOS
SINOPSE
Recorrendo-se a narrações de pensamentos, sentimentos e emoções de actores individuais e colectivos, bem como do estado de espírito de tempos e espaços, reinventa-se revela-se, neste livro, no verídico, fictício e com alguma dose vática, a correlação, isto é, dos Cinco Dedos Marcados. Estes são cidadãos e territórios africanos, natural e historicamente eleitos e predestinados – uma espécie de pessoas-terra ou terras-pessoa,almas e espíritos, representantes minuciosos de seus povos e pátrias.
Os tumultos passos e rumos de Cinco Dedos, autênticas cambalhotas exigentes e marcantes, enrolam-se desde os tempos dos “descobrimentos” e, devido a um compromisso inquebrantável do quinteto, continuam a enroscar-se profundamente nas suas vidas privadas e profissionais. As terríveis piruetas ao causadas por emaranhados e volúveis trajectos políticos, económicos, sociais e culturais do magnético Moçambique, em particular, e da anelada África, em geral.
Até hoje, confrontados com as atitudes incompreensíveis do aromas, numa luta constante entre o bem e o mal , a única certeza certeza que reina nos Cinco Dedos é que, enquanto continuarem a conviver com dores, e as cambalhotas suscitarem clamores, mais romances multiangulares, narrado piruetas de almas e espíritos de vidas multifacetadas, serão escritos na areia, na água, no ar ou na nuvens, mesmo que as respectivas páginas venham ser compostas por marcados continuadores.
a relevância e o significado dos cinco dedos dependem da descoberta, ou não, por parte do leitor, das origens e essenciais nacionais e internacionais dos dramas e dos nomes de Sãotilma, Angs, Mocelso, Obéning e Racaverdão. A única evidencia manifesta neste palco imaginário, cheio de dicotomias ocasionais e sistémicas para além da nudez do Hino da África, é que se trata de uma homenagem a Mwené N’thiya, Mwra N’thiya, Samora Machel, Geração 8 de Março, Angola, Cabo verde, Guiné-Bissau, Moçambique, são Tomé e Príncipe e ao continente africano em geral.
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CRISTO CÓSMICO REENCARNOU COMO SAI BABA
SINOPSE
Não sendo a primeira vez que o Homem e o nosso planeta passam por situações de grande desespero e turbulência cósmica, esta nossa actual condição indicia uma possível auto-destruição, uma imensa catástrofe antropo-planetária, a não ser que cada criatura humana se auto-descubra, saiba quem, verdadeiramente, ela é, donde veio e o que está aqui a fazer.
E, actualmente, já há instrumentos e conhecimentos que podem levar a humanidade a fazer a sua mudança interior, a sua reforma intima em direcção à paz e ao Amor. De facto, a chamada Ciência espiritual está a fazer descobertas e a abrir caminhos para autodescobertas profundas sobre o ser Humano e a razão da sua existência.
Por outro lado, a chamada, ainda por muitos, de Ciência formal também já faz incursões e descobertas maravilhas no campo da física moderna, da psicologia, da medicina quântica, da psiquiatria e psicanálise que, por exemplo, no campo investigativo da hipnose regressiva, levaram a reconfirmar a descoberta da lei da reencarnação, que para a maior parte das pessoas era uma hipótese sem fundamento, um mito ou um absurdo perturbador.
Esta obra objectiva-se no sentido de pôr a descoberto antigas-novas realidades de uma Verdade que está ao nosso alcance conhecê-la e que já é tempo de a abordarmos sem medo. Boa Leitura!
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AS MULHERES DE CINZA
SINOPSE
Mulheres de Cinza é o primeiro livro de uma trilogia sobre os derradeiros dias do chamado Estado de Gaza, o segundo maior império em África dirigido por um africano. Ngungunyane (ou Gungunhane, como ficou conhecido pelos portugueses) foi o último de uma série de imperadores que governou metade do território de Moçambique. Derrotado em 1895 pelas forças portuguesas comandadas por Mouzinho de Albuquerque, Ngungunyane foi deportado para os Açores onde veio a morrer em 1906. Os seus restos mortais terão sido trasladados para Moçambique em 1985.
Existem, no entanto, versões que sugerem que não foram as ossadas do imperador que voltaram dentro da urna. Foram torrões de areia. Do grande adversário de Portugal restam areias recolhidas em solo português.
Esta narrativa é uma recreação ficcional inspirada em factos e personagens reais.Serviram de fonte de informação uma extensa documentação produzida em Moçambique e em Portugal e, mais importante ainda, diversas entrevistas efectuadas em Maputo e Inhambane.
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MOÇAMBIQUE das palavras escritas
SINOPSE
Esta obra desafia e convida os leitores a uma viagem de encontro com Moçambique, e com as palavras de escritores como Luís Carlos Patraquim, Mia Couto, Paulina Chiziane, e outros. A par das leituras críticas que deles e de outros autores vêm sendo produzidos, questiona-se o panorama da literatura moçambicana; como se revela, os seus autores e que sabedorias trazem as suas vozes.
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NIKETCHE Uma história de poligamia
SINOPSE
Rami, casada há vinte anos com Tony, um alto funcionário da polícia, de quem tem vários filhos, descobre que o partilha com várias mulheres, com as quais ele constituiu outras famílias. O seu casamento, de «papel passado» e aliança no dedo, resume-se afinal a um irónico drama de que ela é apenas uma das personagens. Numa procura febril, Rami obriga-se a conhecer «as outras». O seu marido é um polígamo! Na via dolorosa que então começa, séculos de tradição e de costumes, a crueldade da vida e as diferenças abissais de cultura entre o norte e o sul da terra que é sua, esmagam-na.
E só a sabedoria infinita que o sofrimento provoca lhe vai apontando o rumo num labirinto de emoções, de revelações, de contradições e perigosas ambiguidades. Poligamia e monogamia, que significado assumem? Cultura, institucionalização, hipocrisia, comodismo, convenção ou a condição natural de se ser humano, no quadro da inteligência e dos afectos? Paulina Chiziane estende-nos o fio de Ariadne e guia-nos com o desassombro, a perícia e a verdade de quem conhece o direito e o avesso da aventura de viver a vida.
Niketche, dança de amor e erotismo, é um espelho em que nos vemos e revemos, mas no qual, seguramente, só alguns de nós admitirão reflectir-se.