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  • 108 dias de gratidão, amor e perdão

    SINOPSE

    Para ter uma vida transformada, é preciso dar-mo-nos tempo para cuidar da nossa energia. A autora traz, através desta obra, um guia prático de 108 dias em que se irá trabalhar os três pilares da transformação: a gratidão, o amor e o perdão.
    A cada dia, o leitor será desafiado a sair da sua zona de conforto e a mergulhar no seu interior, resgatando memórias, sonhos, emoções, a olhar à sua volta e descobrir o valor do que cocriou para si.
    Através destes três pilares, fará a elevação da sua vibração, o que permitirá aumentar o seu senso de felicidade, harmonia, paz interior e amor próprio.
    Atreva-se a descobrir uma nova forma de viver e ser!
    Eurídice Szebelledi, moçambicana, residente em Maputo, é uma terapeuta holística integrativa, Mestre em Reiki e facilitadora de meditação. Conduz sessões de terapia individual e em grupo, workshops de meditação, gratidão, cura energética, bem-estar e resiliência pessoal.
    Fez a transição de carreira, em 2022, da área de Recursos Humanos para se dedicar ao seu chamado.
    Licenciada em Ciências Metafísicas pela Universidade de Ciências Metafísicas dos Estados Unidos, detém também um MBA
    Executivo em Gestao de
    Pessoas,
    Desenvolvimento Gerencial e Coaching pela UniBE do Brasil e uma Licenciatura em Ciências Biológicas pela
    Universidade Eduardo Mondlane de Moçambique.
    No seu tempo livre, dedica-se à família, à escrita de romances new adult e à desfrutar a vida.

    1.300,00 MT
  • A HORA MACONDE

    SINOPSE

    Exemplarmente irônica, a obra de Marcelo Panguana alimenta-se, portanto, como a de Edgar Allan Poe, dessa ironia suprema que é a defesa contra a tirania do real, sobretudo o real histórico. E precisamente por isso é que Marcelo Panguana, mesmo nas obras em que o tema histórico predomina, mantém esta consciência irônica do eterno movimento e da plenitude infinita do caos.
    Laurindos Macuacua
    As histórias que decorrem neste livro inspiraram-se numa realidade trágica acontecida nas matas de Cabo Delgado durante a guerra de libertação nacional. O seu autor apenas vestiu-lhes de trajes ficcionais dando asas a sua criatividade. O livro não esgota as peripécias daquilo que foi esta grandiosa luta, apenas contribui com uma outra leitura dentre tantas outras que se podem apresentar. Como alguém o disse, o poder de não esquecer tornou-se, seguramente, uma das marcas mais reivindicadas pela narrativa moçambicana. É sobretudo essa importância de retenção histórica e preservação da nossa memória, que se deve atribuir a esta obra.

    700,00 MT
  • A MORTE DE SAMORA MACHEL

    SINOPSE

    persistem dúvidas sobre o que terá realmente acontecido na fatídica noite de 19 de Outubro de 1986 quando uma aeronave do tipo Tupolev-134ª, sob os comandos de uma tripulação cedida ao governo de Moçambique pela entao uni’ao Soviética, embateu contra a região montanhosa dos Limbombos, em território sul-africano, causando a morte do Presidente Samora Machel e de outras 33 pessoas.

    Será que de facto se tratou de um “acto de terrorismo de Estado” perpetrado pelo antigo regime do apartheid, como insistentemente alegam as autoridades moçambicanas?

    Terá havido alguém em moçambique que facilitou tal acto, como publicamente o declarou a viúva do primeiro chefe de Estado moçambicano, Graça Machel?

    Ou foi tudo consequência de erros da tripulação?

    1.300,00 MT
  • A RAPARIGA SEM REFLEXO

    SINOPSE

    Este livro é baseado numa história real, onde são conservadas as memórias e as experiências de uma parte da vida no momento em que tudo se compõe como deve ser. Assim como não sabemos qual é o caminho do vento, também não sabemos que obras o majestoso tem para nós.

    800,00 MT
  • AFONSO DHLAKAMA A longa luta em defesa da democracia

    SINOPSE

    “ Não basta escrever um canto revolucionário para participar da revolução africana; é preciso fazer esta revolução com o povo. Com o povo, e os cantos surgirão sozinhos e por si mesmos. Para ter uma acção autentica, é necessário ser pessoalmente uma parte viva da África e de seu pensamento, um elemento dessa energia popular inteiramente mobilizada para a libertação, o progresso e a felicidade da África. Não há nenhum lugar fora desse combate único nem para o artista, nem para o intelectual que não esteja ele próprio empenhado e totalmente mobilizado com o povo na grande luta da África e da humanidade sofredora”

    1.500,00 MT
  • ANTROPOLOGIA ESPIRITUAL HÁ MAIS VIDA PARA ALÉM DESTA VIDA

    SINOPSE

    Falar da vida para além da vida corporal,falar desta possibilidade maravilhosa de sabermos que a vida não acaba com a morte do nosso corpo, que somos seres espirituais que habitamos uma casa biológica plena de energia, não é novo nem novidade para muita gente aqui em Moçambique e, obviamente, no mundo. As interpretações e conhecimentos sobre essa realidade é que diferem.

    Esta obra aborda varias questões relacionadas com aquilo que o autor considera e designa ser uma Antropologia Espiritual. Efectivamente, sendo o Homem um ser dual, corpo e espírito/alma, a antropologia tem deixado de lado o estudo e investigação sobre o(s) espírito(s) que somos, facto de uma importância inquestionável para se ter uma ideia mais consentânea, completa e verdadeira sobre a realidade do Ser Humano.

    600,00 MT
  • ARCA DE NÃO É

    SINOPSE

    A segunda obra de Bento Baloi é constituída por 15 histórias, atravessadas por uma realidade arroz, cheia de desespero. Concorre para o efeito uma escrita intrigante, verosímil e absolutamente acutilante. Logo, desde o primeiro texto, “Jail house”, até ao último, “A Arca de não é”, Baloi dá-nos a magnitude das desgraças causadas pelo ciclone Idai, no Centro do pais, em Março de 2019. Partindo de um fenómeno natural, o escritor recria universos diegéticos trágicos, porém importantes na preservação da memória colectiva. Há aqui um trabalho sobre a dor a fazer da escrita um meio de banalizar a existência, por ser qualquer coisa fugaz.

    500,00 MT
  • AS MADAMES

    SINOPSE

    Thandi, Siz e Lauren são as madames de Lombardy East.
    Lauren, é uma académica branca, liberal e moderna. Siz, nascida em berço de ouro decorado com missangas, tem um coração generoso, assinado por roupas de designers. E Thandi, desempenha com excelência os seus papéis de mãe, filha, esposa, dona de casa e Directora Executiva no Soweto. Mas chegou a hora de enfrentar a dura realidade: a sua capa de Super-Mulher está a pesar demais – ela precisa de ajuda. Ela precisa de contratar uma empregada.
    A chegada de Marita, a nova empregada doméstica de Thandi, uma ex-reclusa branca, desencadeia um efeito dominó na vida das madames. Fazendo estremecer as fundações da sua amizade quando os seus papéis são confrontados pelas suas suposições sobre raça e classe social.
    Afinal, os brancos também servem para ser empregados dos negros? Serão realmente as empregadas consideradas membros da família das patroas?
    E o que se sabe, realmente, sobre o que acontece entre quatro paredes na casa dos vizinhos?
    Quantos segredos caberão dentro dessa amizade? E quem são, realmente, os homens que dormem com as madames?
    As Madames, originalmente publicado em 2006, é o romance de estreia da autora sul-africana Zukiswa Wanner. Um livro que faz questionar o lugar das dinâmicas familiares, a nossa vulnerabilidade e a necessidade de (nem sempre) manter as aparências.
    Este é um livro para se ler e reler em diferentes momentos da vida. Daqueles que desejamos partilhar com amigos ou familiares e com quem mais tarde se senta para debater as personagens e o enredo.
    Déborah Cardoso Ribas
    “Pelas linhas da sua escrita tão acessível quanto elegante, Zukiswa Wanner brinda-nos com narrativas que contemplam o nosso quotidiano, a nossa existência humana, com humor, beleza e profundidade incontornáveis. Com certeza uma das vozes mais vibrantes da literatura Africana”.
    Virgília Ferrão, Diário de Uma Qawwi

    1.000,00 MT
  • AS MULHERES DE CINZA

    SINOPSE

    Mulheres de Cinza é o primeiro livro de uma trilogia sobre os derradeiros dias do chamado Estado de Gaza, o segundo maior império em África dirigido por um africano. Ngungunyane (ou Gungunhane, como ficou conhecido pelos portugueses) foi o último de uma série de imperadores que governou metade do território de Moçambique. Derrotado em 1895 pelas forças portuguesas comandadas por Mouzinho de Albuquerque, Ngungunyane foi deportado para os Açores onde veio a morrer em 1906. Os seus restos mortais terão sido trasladados para Moçambique em 1985.

    Existem, no entanto, versões que sugerem que não foram as ossadas do imperador que voltaram dentro da urna. Foram torrões de areia. Do grande adversário de Portugal restam areias recolhidas em solo português.
    Esta narrativa é uma recreação ficcional inspirada em factos e personagens reais.

    Serviram de fonte de informação uma extensa documentação produzida em Moçambique e em Portugal e, mais importante ainda, diversas entrevistas efectuadas em Maputo e Inhambane.

    2.500,00 MT
  • ATRAVESSAR A PELE

    ENTREVISTADOS:

    Luís Carlos Patraquim, Mate Pedro,

    António Cabrita, Paulina Chiziane,

    Suleiman Cassamo e Marcelo Panguana

    ENTREVISTAS DIRIGIDAS POR:

    Léo Cote, Hirondina Joshua, Venâncio Calisto,

    Dionísio Bahule, Mélio Tinga, Fernando Absalão

    e Alvaro Taruma

    1.000,00 MT
  • BALADA DE AMOR AO VENTO

    SINOPSE

    Nesta viagem farta de sinuosas emoções, que levam à lua sem voo, há duas justificativas de ordem espiritual para toda uma trajectória que se queira literalmente linda. A primeira empurra-me àquela que considero melhor carta do Apóstolo Paulo, para não dizer melhor das sagradas escrituras, o Coríntios. Paulo refere, aos 1 Coríntios 7:32-36, que casar não é mau mas ser solteiro é melhor. Ambas opções são vocações do Homem porém o que optar pelo celibato deve dedicar sua vida ao senhor. Entretanto, Sarnau, uma esbelta negra que adorava sazonalmente as paisagens das matas de Mambone, dissuadira sedutoramente Mwando, um aspirante padre. Mwandro, que reputava Sarnau como inalcançevel por esbanjar graça e perfeição, não resistiu ao assédio. Fitou os olhos nela, perdeu o juízo e foi expulso do semanário.

    Afinal a expulsão de Mwando, à partida, era uma premonição à mescla de dessabores que viriam caracterizar o quotidiano de Sarnau. Um castigo divino por interferência e desvio de um propósito sagrado.

    A segunda justificativa desta encarquilhada trajectória remete-me ao sentido tradicional do ente africano. À semelhança de  Mr. Bow que se socorre de um romance, em Guilhermina, para fazer crítica social, referindo-se à precária vida que um cidadão pacato, Paulina Chiziane socorre-se de uma estória de amor para introduzir o assunto da Poligamia que, a posterior, vira a ser destrinçado em Niketche. O clímax do “Amor ao Vento” ecoa a partir do rei polígamo, degenerando ao adultério. Paty, uma menina que teve que encarnar a alma de uma das concubinas do rei para cessar as enfermidades espirituais malignas que a fustigavam, é a obra que resultou do adultério protagonizado por Sarnau e Mwando.

    1.500,00 MT
  • BUGANVÍLIAS, CARAPAU E REPOLHO histórias do tempo vivido

    SINOPSE

    Somos uma geração privilegiada participámos na construção de um pais novo. Empenhados, entusiasmados, sonhadores, utópicos. Éramos uns miúdos e assumimos responsabilidades de gente grande! Quantas vivenciais e histórias vividas! Umas hilariantes, outras desafiantes, umas giras, outras nem por isso. Histórias que apenas circulavam entre amigo, à volta das mesas do almoço e jantares. Daí nasceu a ideia deste livro. Para que a memória dos tempos não se esfume. Um email desafiante aos vários amigos. E surpresa das surpresas.. a ideia ganhou asas. Estas são histórias verídicas de um Moçambique que acabava de reinventar, livre e solidário. Esta é a palavra mais bonita e frequente que irão encontrar nestes relatos: solidariedade!

    500,00 MT
  • CADERNO DE MEMÓRIAS

    SINOPSE

    … contradições é costume havê-las entre pessoas que habitam os mesmos bairros. Umas, todas bem fundamentadas, tinham a ver com divisões motivadas por inveja, por ciúmes_ “…porque a Jorgeta me disse que tu disseste que eu disse que..” e de competições por causa de namorados. Ou estoutras, originadas por amantismos fracassados ou por créditos não respeitados: “…ontem encontrei o Filimão e disse-lhe umas boas… que sô buro, sô aldrabão, cafajesta sem vergonha na cara… sô mashangana ordinário…pensas que sou uma entra-sai ou dessas da Rua Araújo ou quê…?

    300,00 MT
  • CAMBALHOTAS DE DEDOS MARCADOS

    SINOPSE

    Recorrendo-se a narrações  de pensamentos, sentimentos e emoções de actores individuais e colectivos, bem como do estado de espírito de tempos e espaços, reinventa-se  revela-se, neste livro, no verídico, fictício e com alguma dose vática, a correlação, isto é, dos Cinco Dedos Marcados. Estes são cidadãos e territórios africanos, natural e historicamente eleitos e predestinados – uma espécie de pessoas-terra ou terras-pessoa,almas e espíritos, representantes minuciosos de seus povos e pátrias.

    Os tumultos passos e rumos de Cinco Dedos,  autênticas cambalhotas exigentes e marcantes, enrolam-se desde os tempos dos “descobrimentos” e, devido a um compromisso inquebrantável do quinteto, continuam a enroscar-se profundamente nas suas vidas privadas e profissionais. As terríveis piruetas ao causadas por emaranhados e volúveis trajectos políticos, económicos, sociais e culturais do magnético Moçambique, em particular, e da anelada África, em geral.

    Até hoje, confrontados com as atitudes incompreensíveis do aromas, numa luta constante entre o bem e o mal , a única certeza certeza que reina nos Cinco Dedos é que, enquanto continuarem a conviver com dores, e as cambalhotas suscitarem clamores, mais romances multiangulares, narrado piruetas de almas e espíritos de vidas multifacetadas, serão escritos na areia, na água, no ar ou na nuvens, mesmo que as respectivas páginas venham ser compostas por marcados continuadores.

    a relevância e o significado dos cinco dedos dependem da descoberta, ou não, por parte do leitor, das origens e essenciais nacionais e internacionais dos dramas e dos nomes de Sãotilma, Angs, Mocelso, Obéning e Racaverdão. A única evidencia manifesta neste palco imaginário, cheio de dicotomias ocasionais e sistémicas para além da nudez do Hino da África, é que se trata de uma homenagem a Mwené N’thiya, Mwra N’thiya, Samora Machel, Geração 8 de Março, Angola, Cabo verde, Guiné-Bissau, Moçambique, são Tomé e Príncipe e ao continente africano em geral.

     

    850,00 MT
  • CANTO EM LIRA QUEBRADA: UMA LEITURA DA POÉTICA DE GUITA JR.

    SINOPSE

    É, na verdade, um discurso entusiástico o que a publicação de “ Canto em Liria quebrada: um leitura da poética de Guita JR.”, de Viviane Mendes de amplo salto de ousadia, respeitando e cumprindo todas as exigências por ele impostas-, A critica incorpora a esse tecido um latente vigor poético, em que seu objecto de estudo- A antóloga os aromas essenciais, do poeta moçambicano- confunde-se, com igual lascívia e fome, à analise dos poemas, às escolhas vocabulares e as caminhos interpretativos tomados.

    Tal confluência erótica entre enunciador e enunciação é responsável por projectar a pesquisa de Viane para um outro patamar. Capitulo a capitulo, verso a verso, percebe-se que a elasticidade do ensaio faz ver também o sujeito de paixão que delicadamente o costura, é a poesia de Guita que ocupa, no todo, um respeitoso e honrado lugar de prevalência. Primeiro estudo de fôlego acerca da obra do Moçambicano, “Canto em Lira Quebrada” põe em releve as fissuras de um sujeito-lírico Pós-guerra civil obrigado a coexistir novas e outras possibilidades de sonhar. Para tanto, Moraes perpassa distintos conceitos, aplicados sempre com precisão; e é com fortuita e pontual perspicácia que assoma ao texto, principalmente, a Melancolia de Walter Benjamin.

    As imagens melancólicas de Guita JR., Muitas vezes reverberadas nos estilhaços de “Eus partidos”, são, desse modo, fertilmente abraçadas pelo texto de Vivane. Tal qual tecelã, ela as recolhe e reorganiza por intermédio de um texto que não poderia exalar nada além daquilo que realmente é, pura poesia.

     

    320,00 MT
  • CASA DOS ESTUDANTES DO IMPÉRIO Subsídios para a história do seu período mais decisivo (1953-1961)

    SINOPSE

     Na CEI houve de tudo: bons e maus estudantes, uns que tiraram os seus canudos no tempo mínimo e com boas notas, outros que conseguiram atingir o almejado canudo com notas menos boas e/ou num tempo mais dilatado e ainda os que nunca tiraram curso nenhum, também os que mudaram do 1.o ano. Esta realidade é afinal a realidade de muitas outras associações de jovens estudantes, onde há de tudo. Não fomos diferentes dos outros.”

    “Para mim, esta é a verdadeira face humana da Casa. Uma associação de jovens onde há de tudo, dos mal-humorados, aos eternos bem-dispostos, dos estudantes exemplares, aos maus estudantes, dos sócios dedicados e empenhados, aos pouco participativos, dos engajados politicamente, aos ‘apolíticos’, dos simpáticos aos antipáticos. Nós éramos como outros jovens nos condicionalismos daquela época. Éramos humanos, com tudo o que pode haver de mesquinhez. Transformarem-nos hoje em ‘heróis’ é desumanizar-nos!”

    “Nos 5 anos de funcionamento, mais ou menos livre, entre 1956 e 190, a Casa foi uma grande escola do nacionalismo africano e serviu para consolidar a consciência anticolonial em muitos de nós, como aliás, tudo indica, que já tivesse sucedido nos últimos anos que antecederam a nomeação da Primeira Comissaão Administrativa.”

    780,00 MT
  • CEMITÉRIO DOS PÁSSAROS

    SINOPSE

    Cemitério dos pássaros é um romance inédito do moçambicano Adelino Timóteo É a história de Dazanana de Araújo Simplíssimo, um homem rico com ideias excêntricas, entre as quais a crença de que cada homem é, na verdade, um pássaro, e tomaria essa forma após a morte. Seguindo essa convicção, Dazanana constrói um cemitério para seus familiares, no qual cada um é nomeado como um pássaro. A partir disso, a história se desenrola com tons de literatura fantástica. O romance faz parte da série “Vozes da África”.

    1.180,00 MT